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Queda de Cabelo: Até que ponto é normal?
17.04.2024
Dr. Sergio Luiz Camara Lopes Jr.
Queda de cabelo: Até que ponto é considerada normal? Você já se pegou olhando no espelho, preocupado (a) com a quantidade de cabelos que fica na escova ou no chão do banheiro? A queda de cabelo é uma preocupação muito comum, mas até que ponto ela é considerada normal? Neste artigo, vamos entender quando é hora de procurar ajuda, quais as causas e os tratamentos disponíveis. Os Sinais Silenciosos A queda de cabelo pode começar de forma sutil, muitas vezes passando despercebida. Você pode notar alguns fios a mais na escova, mas será que é algo para se preocupar? Atenção aos sinais silenciosos que seu corpo envia. A quantidade normal de cabelos que uma pessoa pode perder diariamente pode variar, mas estima-se que a perda média seja de 50 a 100 fios por dia. Esse número pode variar de acordo com fatores individuais, como tipo de cabelo, genética, idade, saúde geral e condições específicas do couro cabeludo. Se a queda parece excessiva ou se você nota uma diminuição significativa na densidade capilar, é hora de investigar mais a fundo. O Que Causa a Queda Capilar? Existem diversas razões para a queda de cabelo, desde fatores genéticos até problemas de saúde e estresse. Compreender as causas é crucial para determinar o melhor tratamento. Abaixo, veremos algumas das causas mais comuns da queda de cabelo: Fatores Genéticos (Hereditariedade): Se há histórico familiar de calvície ou queda capilar, você pode ter maior probabilidade de enfrentar o mesmo problema. Desequilíbrios Hormonais: Pode ocorrer durante a gravidez, parto e menopausa. Distúrbios da tireoide também podem contribuir para a queda de cabelo. Estresse: Situações de estresse físico ou emocional podem desencadear a queda capilar. Isso pode incluir eventos traumáticos, cirurgias, doenças graves ou estresse emocional prolongado. Problemas de Saúde: Algumas condições médicas, como alopecia areata, dermatite seborreica, infecções do couro cabeludo ou outras doenças autoimunes, podem resultar na perda de cabelo. Medicamentos e Tratamentos Médicos: Certos medicamentos, como utilizados em quimioterapia, medicamentos para a pressão arterial, antidepressivos e outros, podem causar queda de cabelo como efeito colateral. Estilo de Vida e Nutrição: Uma dieta pobre em nutrientes essenciais, deficiências vitamínicas (como ferro e biotina), dietas extremamente restritivas e hábitos de vida pouco saudáveis podem afetar a saúde capilar. Agressões Externas: Exposição excessiva ao calor, produtos químicos agressivos, tratamentos capilares frequentes e penteados apertados podem danificar os folículos capilares, levando à queda de cabelo. Envelhecimento: À medida que envelhecemos, é natural que a taxa de crescimento capilar diminua, e a qualidade dos fios pode ser afetada. Como funciona o tratamento? O tratamento adequado dependerá da causa subjacente da queda capilar. Aqui estão algumas abordagens gerais que podem ajudar a tratar a queda capilar: Consulte um profissional de saúde: Antes de iniciar qualquer tratamento, é crucial consultar um dermatologista ou um médico especializado em saúde capilar. Eles podem diagnosticar a causa da queda capilar e recomendar o tratamento apropriado. Cuide da sua dieta: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais pode ajudar a promover a saúde capilar. Certifique-se de incluir alimentos ricos em vitaminas (como vitamina A, C, E), minerais (como ferro e zinco) e proteínas. Tratamentos tópicos: Existem produtos tópicos, como o minoxidil,que podem ser recomendados para estimular o crescimento capilar. No entanto, esses produtos devem ser usados sob a supervisão de um profissional de saúde. Tratamentos a laser: Terapias a laser podem ser utilizadas para estimular o crescimento capilar, como o Lad Terapia e Fotona Capilar. Todos devendo ser feitos por um profissional de saúde. Medicamentos prescritos: Em alguns casos, o médico pode prescrever medicamentos, como finasterida e dutasterida, para ajudar a combater a queda capilar. Esses medicamentos devem ser utilizados com prescrição médica, a fim de minimizar efeitos colaterais indesejados. Abordagem para o estresse: Se o estresse for um fator contribuinte, técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga e exercícios, podem ser úteis. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento ideal pode variar. Consulte sempre um profissional de saúde para obter orientação personalizada com base no seu histórico médico e nas características específicas do seu quadro de queda capilar. Se você está enfrentando a perda de cabelo e não está resolvendo com tratamento, o Transplante Capilar pode ser a solução. Essa técnica avançada oferece resultados naturais, devolvendo a densidade capilar perdida. Imagine poder desfrutar novamente da sensação de cabelos volumosos e saudáveis! Nós entendemos a importância dos seus cabelos para a sua autoestima e estamos aqui para ajudar. Agende sua consulta hoje e descubra as possibilidades do transplante capilar. Seus cabelos merecem uma segunda chance!
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Para cada câncer, um tratamento: oncologia de precisão.
18.08.2020
Dr. Luiz Victor Maia Loureiro
Já pensou no tratamento do câncer sem o emprego de quimioterapia? E a possibilidade de usar um remédio específico para cada tipo de câncer? Estas possibilidades já são realidade e fazem parte do que hoje se chama oncologia de precisão. Graças aos extraordinários avanços no entendimento da genética do câncer e, especialmente, nas múltiplas interações do sistema imunológico com a doença, tivemos nos últimos anos a ampliação das possibilidades de tratamento do câncer com o emprego de drogas inteligentes capazes de atuar em “alvos moleculares” específicos de cada tumor e também, mais recentemente, a incorporação da imunoterapia. Somadas, essas novas estratégias têm permitido um controle mais eficaz da doença e mesmo casos em estágios mais avançados têm apresentado excelentes resultados, com menos efeitos colaterais. Falar de oncologia de precisão é conversar sobre a biologia do câncer. É necessário entender que o câncer é uma doença que está em constante transformação. Conceitualmente, o câncer surge quando uma célula qualquer sofre uma mudança em seu código genético e passa a crescer e se multiplicar de forma desordenada. Essas transformações são diversas e geram variados tipos de células o que significa dizer que nem todo câncer é igual. Na prática, câncer são várias doenças que respondem pelo mesmo nome. São essas diferenças que explicam porque tumores de mesma origem se comportam de forma diversa em pessoas diferentes e, adicionalmente, porque alguns pacientes respondem bem às terapias, enquanto outros nem tanto. Sabedores dessas disparidades, os oncologistas alinharam os avanços do conhecimento genético e descobriram que não é mais possível que todos os pacientes com um tipo específico de câncer e estágio recebam o mesmo tratamento. As tecnologias mais recentes são capazes de estudar e mapear os genes das células tumorais e identificar alvos para os quais existem terapias específicas. Em outras palavras, já é possível identificar a fechadura (alvo-molecular) e escolher a chave certa (terapia-alvo). Isso significa dizer que o tratamento é capaz de atuar mais especificamente sobre a célula do tumor e, menos provavelmente, em células sadias. Em última análise, isso aumenta a eficiência do tratamento e reduz os efeitos colaterais. Inúmeras drogas-alvo já foram desenvolvidas e estão disponíveis comercialmente no Brasil, tanto na rede privada quanto na pública. Cânceres de mama, colorretal, rim, pulmão já são largamente tratados com base nos alvos genéticos e moleculares. Para sabermos se o paciente pode se beneficiar dessa estratégia é necessário se certificar que o tumor tem um alvo específico. Isto é normalmente verificado testando uma amostra do tumor obtida por meio de uma biópsia ou durante uma cirurgia. Cada vez mais teremos novos alvos moleculares identificados pela ciência e, portanto, novos medicamentos desenvolvidos capazes de atuar de forma mais eficaz. Saiba, portanto, que é possível se beneficiar de terapias com maior impacto no controle do câncer e que podem ser usadas por longos períodos com efeitos colaterais toleráveis. Já somos, portanto, capazes de tratar o câncer com maior precisão.
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O que é o Lavieen e quais as indicações de uso do laser
10.10.2022
Dra. Ana Carolina Lustosa
O Lavieen é uma tecnologia avançada de laser que rejuvenesce e restaura a pele, ajudando a tratar e prevenir várias condições dermatológicas. O Lavieen melhora a textura e o aspecto da pele, tornando-a mais uniforme e proporcionando um efeito similar ao do BB Cream. O laser usado nesse método não é agressivo à pele. Como funciona? O Lavieen é uma tecnologia que utiliza um laser fracionado de Thulium, agindo na camada superficial da pele com grande afinidade pela água. Isso resulta em um dano controlado nas camadas da pele, estimulando a produção de colágeno. Esse processo leva à renovação dos tecidos, suavizando rugas e linhas finas, reduzindo a acne e suas cicatrizes, diminuindo o tamanho dos poros e uniformizando a pele. Para que o tratamento é indicado? Suavização de rugas finas; Redução de poros e acnes; Tratamento de cicatrizes; Uniformização da textura da pele; Diminuição de lesões pigmentadas; Tratamento de perda capilar; Melhoria da firmeza e elasticidade da pele; Redução do fotoenvelhecimento; Tratamento de doenças como melasma, hiperpigmentação, e irregularidades da pele. Aqui na Med Clinic você encontra o laser Lavieen, e pode iniciar seu tratamento para uma pele deslumbrante, entre em contato conosco e agende sua sessão!
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Banco de Colágeno: você já ouviu falar?
13.02.2023
Dra. Monique de Oliveira Valdek
Com a produção reduzida, algumas imperfeições ficam mais evidentes, como a flacidez e as rugas. Por esse motivo, cada vez mais os tratamentos estéticos preventivos estão sendo requisitados. Em busca de alternativas que ajudem a preservar a beleza e a saúde, muitas pessoas estão buscando o prejuvenation (prevenção e rejuvenescimento).Entre as opções para estímulo de colágeno, há os bioestimuladores de colágeno. No Brasil, existem três principais produtos. O Sculptra (ácido poli-l-lactico, que é um potente estimulador de colágeno aplicado por meio de cânulas e necessita de, em média, três aplicações com intervalo de 60 dias entre elas; o Radiesse (hidroxiapatita de Cálcio) e o Ellansé (associação da Caprolactona e Carboximetilcelulose), que funciona como preenchedor e biostimulador ao mesmo tempo, e possui duração variável de um a quatro anos, dependendo da necessidade de cada paciente. A associação desses biostimuladores aos ultrassons microfocados aumenta em sete vezes o estímulo de colágeno. Entre esses ultrassons de lifting de última geração, podemos citar o Ultraformer III, um ultrassom macro e microfocado que potencializa a produção de colágeno tratando o déficit e criando um “banco” como forma preventiva de armazenamento de colágeno.Não invasivo, o Ultraformer III aquece a pele e os músculos, promovendo pontos de coagulação no local aplicado e uma posterior cicatrização, causando o efeito lifting.A associação dessas duas técnicas traz muitos benefícios, como a melhora da espessura da pele, linhas finas e cicatrizes de acne. Além disso, é usado para remodelação corporal com sua tecnologia macrofocada, que consegue destruir seletivamente as células de gordura.Ambos os procedimentos podem ser realizados em áreas corporais como braços, ao redor do umbigo e parte interna das coxas.O tratamento dura, em média, entre 20 minutos a uma hora, dependendo da área a ser tratada. Os efeitos aparecem a partir de 30 dias e a melhora é progressiva. O processo pós tratamento é tranquilo, com o aparecimento de edema leve, pequenos hematomas e dor leve em alguns pacientes. O grande diferencial do equipamento está em conseguir resultados para a flacidez sem a necessidade de procedimentos invasivos. Os cuidados com a pele são essenciais, pois, além de manter uma boa autoestima, a pele é um órgão importante e que merece cuidados em prol da saúde.
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Rinoplastia, O que voce deve saber
20.08.2020
Dr. Leonardo Fontes Silva
É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas, apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como: desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A Rinoplastia é o procedimento cirúrgico indicado para a remodelagem da estrutura nasal com objetivo estético. São inúmeras as possibilidades, como aumentar, diminuir ou afinar o nariz, levantar a ponta e diminuir o “calo” do nariz. Na Rinosseptoplastia, além da cirurgia estética (rinoplastia), existe a correção de desvio de septo, posicionamento e má formação, que podem inferir diretamente na função nasal. O que é? A Rinosseptoplastia, é uma cirurgia realizada em um mesmo ato cirúrgico e tem dupla finalidade: melhorar a estética e a função nasal. Ou seja, fazer com que o nariz possa desempenhar plenamente suas funções, além de ficar com um aspecto bonito, uma vez que ele contribui de modo muito importante para harmonia facial. Quem deve realizar a Rinosseptoplastia? O médico é quem melhor reconhece a necessidade de uma cirurgia funcional. Sabe-se que a dificuldade da respiração pelo nariz interfere na saúde de todo o organismo e causa prejuízos para vários órgãos, em especial para os pulmões, coração e cérebro, interferindo diretamente na capacidade física, na qualidade do sono, no controle do estresse, da concentração e do raciocínio. A cirurgia funcional visa melhorar de maneira muito nítida a qualidade de vida do paciente. Por outro lado, a necessidade de cirurgias que visem melhorar o aspecto estético do nariz é reconhecida pelo próprio indivíduo. Numa conversa entre médico e paciente, as expectativas e desejos, bem como as técnicas e limitações cirúrgicas devem se abordadas, objetivando esclarecer dúvidas quanto aos resultados esperados. Como é feita a cirurgia? O procedimento cirúrgico é feito com anestesia local e sedação, tem duração média de 2 horas, e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Na maioria dos pacientes, utilizamos a técnica fechada, e todas as incisões são feitas dentro do nariz, sem nenhum corte ou cicatriz externamente. Recuperação pós-operatória O paciente deverá usar curativo cobrindo o nariz por uma semana e normalmente não necessita fazer uso de tampões nasais. Edema e, ocasionalmente hematomas, persistem por uma semana, sendo incomum as dores pós-operatórias. Após uma semana, o paciente estará retornando as atividades habituais. Resultado O resultado aproximado será observado em 2 meses. Constata-se uma melhora evidente na autoestima e um grande avanço nos parâmetros de qualidade de vida, entre eles a qualidade do sono e as disposições física e mental, ou seja, pessoas mais satisfeitas e mais saudáveis.
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O que você precisa saber sobre o DIU
09.04.2024
Dra. Greice Kelly Araújo de Sá
A implantação do DIU (Dispositivo Intrauterino) é um procedimento ginecológico simples e rápido, utilizado como método contraceptivo de longo prazo. Seu tempo de atuação varia de 3 a 10 anos, a depender do tipo de DIU. O hormonal (geralmente contendo levonorgestrel) dura entre 3 e 5 anos e o DIU de cobre, 10 anos. Ambos os tipos impedem a gravidez de diversas formas, através dos seguintes mecanismos: - Espessando o muco cervical: dificultando a passagem dos espermatozoides para o útero. - Alterando o revestimento do útero: impedindo a implantação de um óvulo fecundado. - Reduzindo a mobilidade dos espermatozoides: dificultando que eles encontrem o óvulo. Por que escolher o DIU? - Alta eficácia: Um dos métodos contraceptivos mais eficazes, com taxas de falha muito baixas, de 0,2% para o hormonal e 0,8% para o de cobre. - Longa duração: A maioria dos DIUs pode durar de 3 a 10 anos, dependendo do tipo. - Reversível: A fertilidade retorna rapidamente após a remoção do DIU, sua retirada ocorre no próprio consultório - Baixo custo: imagine a economia de parar de comprar anticoncepcional por 10 anos. - Discreto: Uma vez inserido, o DIU não é percebido. - Seguro: É seguro para a maioria das mulheres, mas é importante consultar um médico para verificar se você é uma boa candidata. - Manutenção: Não é necessário fazer manutenções frequentes, mas recomenda-se uma consulta médica de revisão após a colocação é a cada ano. - Fertilidade: A fertilidade é restabelecida rapidamente após a remoção do DIU. Como funciona a implantação do DIU: 1. Avaliação médica: Antes da implantação, é essencial que a paciente passe por uma consulta com o ginecologista para avaliar sua saúde geral, verificar se há contraindicações e escolher o tipo de DIU mais adequado. Deve-se levar um teste de gravidez e o último laudo de colpocitologia oncótica e ultrassonografia transvaginal. 2. Preparo: O procedimento pode ser realizado em consultório, sem necessidade de anestesia geral, mas algumas pacientes podem optar por sedação, em ambiente hospitalar. A colocação pode ser feita em qualquer período do ciclo menstrual. Não precisa estar menstruada. 3. Procedimento: - A paciente é posicionada em uma mesa ginecológica. - O ginecologista introduz um espéculo vaginal para visualizar o colo do útero. - O colo do útero é higienizado e o DIU é inserido através de um aplicador, passando pelo colo até chegar ao útero. - Após a inserção, o médico ajusta o tamanho do fio do DIU, que fica 0,5 cm para fora do colo do útero, permitindo sua futura remoção. 4. Duração: O procedimento geralmente leva entre 10 a 15 minutos. 5. Recuperação: Após a colocação, é comum sentir cólicas leves. O ginecologista pode recomendar o uso de analgésicos. A maioria das mulheres pode retomar suas atividades normais logo após a implantação, mas deve evitar relações sexuais ou uso de absorventes internos por alguns dias, conforme orientação médica. Possíveis efeitos colaterais: - Cólica e desconforto: Especialmente nos primeiros dias após a inserção. - Alterações no ciclo menstrual: O DIU hormonal pode reduzir o fluxo menstrual ou até suspender a menstruação, enquanto o DIU de cobre pode aumentar o fluxo e a intensidade das cólicas nos primeiros meses, porém esse efeito costuma ser temporário. - Expulsão: Em raros casos, o DIU pode ser expulso pelo corpo. - Aumento da acne: em alguns casos, especialmente com DIUs hormonais. Quem não pode usar o DIU? Existem algumas situações em que o DIU não é recomendado, como: - Deformidades uterinas: como o útero Didelfo. - Câncer do colo do útero: o DIU não deve ser inserido em mulheres com câncer do colo do útero. - Doenças inflamatórias pélvicas: o DIU pode aumentar o risco de complicações em mulheres com essas doenças. - Gravidez: o DIU não deve ser inserido em mulheres grávidas. A escolha de colocar o DIU deve sempre ser discutida com um ginecologista para verificar se é a melhor opção contraceptiva para você, considerando seu estado de saúde, estilo de vida e necessidades contraceptivas.
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Câncer em um exame de sangue: biópsia líquida
18.08.2020
Dr. Luiz Victor Maia Loureiro
Ser capaz de diagnosticar o câncer ou ainda guiar diferentes terapias para seu tratamento por meio de um simples exame de sangue tem nome: biópsia líquida. Essa estratégia já é uma realidade no tratamento do câncer no Brasil e deverá ganhar maior destaque nos próximos anos. Trata-se de uma ferramenta capaz de identificar fragmentos de material genético relacionados às células tumorais em uma simples amostra de sangue, evitando assim a necessidade de procedimentos invasivos para obtenção de tecidos tumorais. As possibilidades de emprego são inúmeras e a estratégia já é apontada como o “estetoscópio” dos próximos anos. A biópsia líquida já é estudada nos cenários de rastreamento (capaz de identificar pacientes ainda sem sintomas e sob risco de desenvolver um câncer), diagnóstico, controle de tratamento, análise de mutações que podem ser úteis para guiar a terapia e ainda predizer o surgimento de metástases ou o reaparecimento da doença em pacientes que já foram tratados. Apesar das diversas aplicações, a realidade mais frequente no Brasil é o uso da biópsia líquida para a identificação de alterações genéticas do tumor determinando se o paciente pode se beneficiar de terapias específicas. De acordo com as evidências disponíveis, não é possível comparar a biópsia líquida à tecidual, aquela na qual se obtém um fragmento do tumor. Os estudos apontam tratar-se de estratégias distintas e complementares. Hoje, é preciso que o paciente já tenha o diagnóstico de câncer, feito a partir da amostra de tecido tumoral para que possa se beneficiar da biópsia líquida em eventuais mudanças de terapia ou no controle do tratamento. Assim, a conhecida biópsia tecidual continuará tendo seu papel porque é importante classificar o tipo de tumor e ainda é mais fácil investigar diferentes genes ao mesmo tempo no tumor sólido do que através do sangue Junte às diversas possíveis aplicações da biópsia líquida, a possibilidade de ser repetida com maior agilidade e por inúmeras vezes, sem maiores traumas, uma vez que não é invasiva. Isso significa dizer que é possível realizar a biópsia frequentemente ao longo do tratamento e do acompanhamento do paciente. Acredita-se, portanto, que em alguns anos esse será um procedimento tão simples quanto ir a um laboratório e colher um hemograma. Com toda nova tecnologia, surgem questionamentos. Um deles é o custo do procedimento, ainda considerado alto, o que significa dizer que poucos pacientes têm acesso no Brasil. Outra questão vindoura é o impacto no sistema de saúde, uma vez que a frequência do diagnóstico do câncer poderá ser maior. Ainda, existe questionamento ético, como, por exemplo, caso empresas possam solicitar um simples exame de sangue para diagnosticar o câncer e, portanto, selecionar seus candidatos. O desenvolvimento da biópsia líquida será acompanhado à descoberta de novas mutações do câncer e o lançamento de novas terapias. As expectativas, portanto, são grandes para que essa nova estratégia consiga avançar rapidamente e auxilie o adequado diagnóstico e controle da doença.
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Dr, será que tenho joanete?
04.09.2023
Dr. Felipe Tavares Sena
Será que tenho joanete? abaixo seguem algumas perguntas e respostas sobre este problemaO Joanete é uma das queixas mais comuns de consultas na especialidade de Pé em Ortopedia, que também pode ser chamado de Hálux Valgo ou Bunion. O Joanete é um osso que cresce no pé? Existe tratamento? Não. Trata-se de uma alteração do formato do primeiro dedo do pé (dedo maior ou dedão), que pode levar ao aparecimento de dor, inchaço, vermelhidão, calos e, dependendo da intensidade dos sintomas, à necessidade de iniciar um tratamento adequado, que nem sempre precisa ser com correção cirúrgica. Há muitos tratamentos disponíveis, bem mais simples do que imaginamos. Salto alto e bico fino causam Joanete? Pessoas que têm Joanete, têm o hábito de usar sapatos fechados. A combinação salto alto e bico fino “predispõe o aparecimento” ou agravamento do Joanete. Quem faz caminhadas ou corridas com sapatos apertados também corre o risco de desenvolver um Joanete. A simples troca de um calçado pode aliviar sintomas que existem há anos. Escolha correta do sapato • Evite sapatos bicudos, apertados, muito estreitos e de salto alto. • Dê preferência para sapatos onde os pés fiquem bem acomodados e de saltos baixos Como saber se eu tenho joanete? Verifique abaixo se você se identifica com alguma das informações. Caso se enquadre em mais de uma delas, está na hora de procurar um atendimento especializado: • Joanetes são mais comuns no sexo feminino; • Joanetes podem acontecer nos dois pés ao mesmo tempo; • O pé não precisa estar deformado para que exista o Joanete. Dor e vermelhidão na região de dentro do pé já são suficientes para o seu diagnóstico; • Pessoas que apresentam artrite ou artrose, pés chatos ou planos, encurtamento da musculatura, podem ter um Joanete associado; • Se seu avô ou avó, pai ou mãe, irmão ou irmã possuem Joanete, é prudente investigar se você também tem; • A cirurgia para correção do Joanete sofreu muitas modificações, e, hoje em dia, o sofrimento e as complicações que existiam antigamente foram superados; • As incisões são pequenas; • Os pontos da cirurgia não ficam mais para fora da pele; • As cicatrizes são suaves e pouco incomodam; • Não se usa mais gesso; • O paciente anda no dia seguinte à cirurgia e geralmente retorna rapidamente às atividades; • A dor é uma queixa que tem desaparecido progressivamente dos pacientes operados; • Se escolhida uma técnica cirúrgica apropriada, a possibilidade de retorno do problema é muito pequena.
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