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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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Deficiência de Vitamina D
19.08.2020
Dra Mariana de Almeida Ferreira do Carmo
As vitaminas são micronutrientes que não podem ser sintetizados pelo organismo, sendo indisponível a sua ingestão através dos alimentos, são classificadas em dois grupos: hidrossolúveis e lipossolúveis, a vitamina D é Lipossolúvel e tem ação em múltiplos órgãos e tecidos. No metabolismo ósseo já é conhecida há anos, mas recentemente tem sido estudado suas ações no músculo, cérebro, próstata, mama, cólon, coração, células do sistema imune, pâncreas e sistema vascular. O termo vitamina D refere-se a dois fatores – colecalciferol (ou vitamina D3) e ergocalciferol (ou vitamina D2). A Vitamina D3 pode ser obtida pela ingestão de alguns alimentos, encontrando-se presente em certos peixes, tais como salmão, cavala e arenque. A Vitamina D2 é obtida da irradiação por raios UV da levedura esterol ergosterol e é encontrado em fungos e cogumelos expostos à luz solar. A produção de vitamina D através da pele é bastante variável dependendo da pigmentação, sendo consideravelmente mais baixos na raça negra que na raça branca, 30 minutos de exposição corporal ao sol, rapidamente originam vitamina D suficiente. As fontes alimentares de vitamina D são escassas e os seres humanos dependem principalmente da síntese cutânea, vários estudos têm apoiado o fato de que a deficiência de vitamina D atua não apenas como um fator de predisposição para o desenvolvimento de artrite reumatoide e do lúpus eritematoso sistêmico, mas também pode intensificar a gravidade e atividade das doenças autoimunes. Baixos níveis de vitamina D têm sido associados a lesões dos vasos sanguíneos principais que irrigam o cérebro, tronco cerebral e a medula espinhal superior. A sua deficiência estava relacionada a funções do metabolismo do cálcio, a possibilidade da existência de efeitos extraesquelético ocorreu após a descoberta do receptor da vitamina D (VDR) em tecidos que não estão envolvidos no metabolismo do cálcio (como exemplo, pele, placenta, mama, próstata e células do câncer de cólon) e a identificação da enzima 1?-hidroxilase em tecidos extrarenais. A melhor forma de manter bons níveis de vitamina D, como orienta a Organização Mundial da Saúde, é a exposição ao sol, São os raios UV que estimulam a produção da substância na pele. O organismo tem mecanismos de controle para a síntese da vitamina, e, por isso, aqui não há riscos. É evidente que tempo demais sob o sol (e sem proteção adequada) continua contraindicado. A exposição solar é importante para a saúde, mas, como em tudo na vida, devemos prezar pelo equilíbrio. Por tanto, para se ter o acompanhamento correto dessa e de outras carências, procure um nutricionista, para te orientar sobre a melhor forma em relação a alimentação e a suplementação. É muito importante que nesses casos o acompanhamento seja periódico, para não vir a te causar problemas futuros.
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Novidade no tratamento de varizes
18.08.2020
Dr. Antonio Luis Ximenes
Detectada a presença de varizes, a única maneira de eliminá-las é mediante a realização de procedimentos. A escolha do tratamento depende do tipo de veia, do apelo por tratamento estético e da condição clínica do paciente. Felizmente, independente do tipo de varizes e da queixa, seja funcional ou estética, uma coisa é certa: os tratamentos, devido as novas descobertas tecnológicas, garantem bons resultados e tornam os procedimentos mais seguros e indolores para você. Conheça algumas dessas técnicas que eliminam o problema de forma simples, fácil e rápida e melhoram ainda mais os resultados estéticos. Escleroterapia Ampliada O que é: é uma técnica de escleroterapia diferente da aplicação convencional, pelo fato de serem menos dolorosas, permite que sejam feitas mais de uma sessão num mesmo dia, antecipando, assim, o resultado final do tratamento. Além disso, é aplicada nas microvarizes nutridoras dos vasinhos, em outras palavras, na raiz dos vasinhos. Tratamento com Laser O que é: é uma técnica utilizando a luz do laser para pequenas veias aparentes da face e das pernas, como também, das telangectasias (vasinhos). Pode ser utilizado na complementação da escleroterapia ou como tratamento isolado, dependendo de cada caso. Vantagens: tratamento das telangectasias (vasinhos) das pernas, principalmente dos microvasinhos. Já na face, possibilita o tratamento estético das veias aparentes além dos vasinhos. Pelo fato de ser utilizado em conjunto com o aparelho Sibérian, torna-se muito menos doloroso, dando proteção e conforto proporcionado pelo resfriamento da pele. Sibérian O que é: é um eficaz sistema de proteção epidérmica à base de resfriamento de ar. Vantagens: a região a ser tratada sob efeito de analgesia temporária pelo frio, permite ao médico realizar o laser transdérmico em sua totalidade de eficácia, diminuindo o tempo e o número de sessões, além, é claro, de promover ao paciente plena satisfação com os resultados do tratamento. Tratamento com espuma O que é: é uma técnica na qual as varizes de médio e grande calibre são secadas ao invés de serem retiradas cirurgicamente, semelhante ao tratamento da aplicação de vasinhos. Está indicado em pacientes que precisam tratar e não podem ser operados devido ao risco da anestesia. Os pacientes portadores de úlceras venosas são também muito beneficiados por esse método, pois ele proporciona cicatrização mais rápida da ferida. Vasinhos na Face Caso não saiba, até o rosto está sujeito a ter microvarizes. Em especial na maça do rosto e próximo ao nariz. São veias avermelhadas, muito fininhas, que lembram uma pequena teia de aranha. O tratamento mais indicado nesse caso é a retirada dessas veias por meio do laser. E o melhor, o procedimento é realizado no consultório, sem a necessidade de anestesia, podendo o paciente retornar às suas atividades no mesmo dia. “ Os resultados são excelentes”. Pacientes com maior apelo estético necessitam do uso concomitante de várias técnicas como a retirada de varize, laser e aplicações (escleroterapia ampliada). A combinação das técnicas com as novas tecnologias melhoram ainda mais os resultados dos procedimentos estéticos e funcionais.
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Doutor, eu tenho esporão??
08.05.2023
Dr. Felipe Tavares Sena
Dores nos calcanhares estão entre as causas mais frequentes de visitas aos consultórios de Pé e Tornozelo. O esporão de calcâneo é sem dúvida a enfermidade mais encontrada. Nem sempre o esporão é a causa do problema. Na maioria das vezes, é a consequência, podendo existir e incomodar muito em pacientes com aumento do peso, que ficam muito tempo na mesma posição, que usam calçados rasteiros, que praticam atividade física sem reconhecer sua pisada e o tipo de calçado que deveriam usar, etc. Se você já acordou pela manhã com muitas dores nos calcanhares, quase sem conseguir andar normalmente; se sente queimação na planta dos pés; se está com incapacidade de praticar atividades simples do dia a dia, ou atividades esportivas que sempre fez, por conta de dores na planta dos pés, pode ser que esteja com um esporão no calcanhar. Encontrar o problema é bem simples: um exame clínico e radiográfico dos pés já é capaz de encontrar e solucioná-lo, e um tratamento adequado pode fazer a dor e o incômodo sumirem completamente. O tratamento não consiste apenas no uso de medicamentos. Pelo contrário, somente medicamentos, às vezes, não trazem bons resultados. É preciso avaliar o ambiente em que vive e trabalha, os calçados que usa, atividades físicas que realiza – ou não, e toda uma gama de fatores que entra como causa. É imprescindível, portanto, que essa resposta seja oferecida com cautela, pois encontrar o esporão é bastante fácil. Tratá-lo e amenizar os seus sintomas é o nosso maior desafio. Agende sua consulta! Espero vocês para tirarmos todas as dúvidas.
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Imunodeficiência Primária
27.06.2024
Dra. Mayara Madruga
Nosso sistema imunológico tem como funções nos defender de diferentes microrganismos que causam infecções e também tem um papel de vigilância sobre células que causam autoagressão a nossos órgãos e sobre células cancerosas que podem surgir em nosso organismo. Sendo assim, doenças ou medicamentos que afetam o funcionamento do nosso sistema imune, nos deixam com maior predisposição para ter infecções, doenças autoimunes (autoagressão) ou câncer. As imunodeficiências primárias (IDP) ou erros inatos da imunidade (EII) são um grupo de doenças nas quais a principal alteração se encontra no funcionamento do sistema imune. são doenças genéticas e a maioria delas se manifesta nas crianças. No entanto, nem sempre há história da doença na família e, em alguns casos, as manifestações podem surgir na idade adulta. As IDP's são mais de 450 doenças com manifestações diferentes de acordo com o setor do sistema imune acometido. Os sintomas podem ser desde leves até muito graves, com grande risco para a saúde ou mesmo para a vida do paciente. Por conta disso, é muito importante fazer o diagnóstico o mais cedo possível, para evitar sequelas ou mesmo a morte.
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O que esperar da inteligência artificial para os cuidados do paciente com câncer
18.08.2020
Dr. Luiz Victor Maia Loureiro
Nos últimos anos, os termos inteligência artificial e aprendizado de máquina (machine learning) têm sido comuns nos noticiários e, especialmente, entre os diversos avanços importantes da medicina. Tais conceitos ainda são motivos de muita confusão entre o público e também, entre os pacientes, embora, esteja claro que estamos testemunhando uma nova era. Na oncologia, especialidade que trata pacientes com câncer, a maior dúvida é como a inteligência artificial pode impactar na melhora dos resultados e qualidade de vida dos pacientes. Atualmente, as maiores aplicações para o emprego de inteligência artificial ainda estão no campo do diagnóstico do câncer. Alguns programas de computador permitem analisar exames de imagem, entre eles, radiografias, mamografias e tomografias; bem como, materiais resultantes de biópsias. Nessa perspectiva, pesquisadores têm treinado os computadores para distinguir diferentes padrões de imagem e com isso diagnosticar o câncer de forma bastante apurada. Isso, entretanto, não descarta o papel dos médicos patologistas ou radiologistas, mas, sim, reduz o seu excesso de trabalho. O que os estudos têm apontado é que o emprego da inteligência artificial tem permitido uma redução importante dos intervalos para confirmar os diagnósticos, assim como, acesso rápido e prático a esses resultados em lugares onde o acesso ao médico é mais difícil. Imagens e resultados de biópsias não são as únicas áreas nas quais a inteligência artificial tem sido estudada e aplicada. Qualquer tipo de informação pode ser traduzida em padrões computacionais específicos, prevendo resultados cruciais para o paciente com câncer. De fato, novos programas de inteligência artificial têm sido usados para a integração de diversos dados clínicos, patológicos e moleculares do paciente, buscando encontrar melhores e personalizadas alternativas de tratamento. No Brasil, já estão disponíveis, ainda de forma incipiente e boa parte experimental, programas capazes de interpretar os resultados de exames dos pacientes, como também, os dados clínicos (sintomas e sinais ao exame físico) e com isso definir quais são os melhores caminhos em termos de tratamento. Se isto significa melhores resultados, o tempo e os novos estudos ainda precisam responder. Ainda existem múltiplas barreiras para o emprego de inteligência artificial para as pessoas portadoras de câncer. A complexidade da doença impede que uma única escolha de conduta seja capaz de se aplicar a todos eles com as mesmas características. Será, portanto, necessário enriquecer o conhecimento das máquinas, sua capacidade de cálculo e interpretação para que possamos obter melhores desfechos para os pacientes. Adicionalmente, o custo dessas tecnologias ainda é impeditivo para boa parte do planeta, mas os especialistas apontam que, de forma similar à outras tecnologias esses valores só são altos no início e costumam decair com o tempo. Por fim, o papel da inteligência artificial na oncologia ainda não está completamente esclarecido, embora todos aqueles que fazem o cuidado do paciente com câncer estão otimistas e acreditam que com o acesso à essa tecnologia, provavelmente, permitirá que tenhamos mais tempo para interagir e se aproximar deles. A nossa capacidade de comunicação será a chave para permitir que o paciente consiga interpretar os diferentes papeis que a máquina e o ser humano terão no seu cuidado.
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Deep Face Lifting
01.04.2024
Dr. Júlio Leite
O Deep Plane Facelift, ou lifting facial profundo, é uma técnica cirúrgica avançada de rejuvenescimento facial que se destaca por abordar as camadas mais profundas da face, incluindo músculos e tecidos subjacentes, em vez de apenas esticar a pele superficialmente. Como funciona: Diferentemente dos liftings tradicionais, o Deep Plane Facelift envolve a liberação e o reposicionamento do SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial), uma camada de tecido conjuntivo que recobre os músculos faciais. Essa abordagem permite um lifting mais natural e duradouro, pois trata a flacidez muscular, que é uma das principais causas do envelhecimento facial. Benefícios: Resultados mais naturais: Ao reposicionar os músculos e tecidos profundos, o Deep Plane Facelift proporciona um resultado mais harmonioso e natural, evitando o aspecto artificial de "rosto esticado". Maior durabilidade: A abordagem profunda garante resultados mais duradouros em comparação com os liftings tradicionais, que podem perder o efeito com o tempo devido à flacidez muscular. Melhora da flacidez e rugas: O procedimento é eficaz no tratamento da flacidez facial, rugas profundas, sulcos nasogenianos (bigode chinês) e perda de definição do contorno facial. Menor risco de complicações: A técnica, quando realizada por um cirurgião experiente, apresenta menor risco de complicações, como lesões nervosas e hematomas. Candidatos: O Deep Plane Facelift é indicado para pacientes com sinais moderados a avançados de envelhecimento facial, como flacidez, rugas profundas e perda de volume. É importante que o paciente esteja em bom estado de saúde e tenha expectativas realistas em relação aos resultados. Recuperação: O tempo de recuperação varia de acordo com cada paciente, mas geralmente leva algumas semanas. É comum haver inchaço nos primeiros dias, que diminuem gradualmente. O paciente deve seguir as orientações do cirurgião para garantir uma recuperação tranquila e obter os melhores resultados. Considerações: O Deep Plane Facelift é um procedimento cirúrgico que requer um profissional qualificado e experiente. É fundamental buscar um profissional de confiança e discutir suas expectativas e dúvidas antes de tomar a decisão.
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Dr, será que tenho joanete?
04.09.2023
Dr. Felipe Tavares Sena
Será que tenho joanete? abaixo seguem algumas perguntas e respostas sobre este problemaO Joanete é uma das queixas mais comuns de consultas na especialidade de Pé em Ortopedia, que também pode ser chamado de Hálux Valgo ou Bunion. O Joanete é um osso que cresce no pé? Existe tratamento? Não. Trata-se de uma alteração do formato do primeiro dedo do pé (dedo maior ou dedão), que pode levar ao aparecimento de dor, inchaço, vermelhidão, calos e, dependendo da intensidade dos sintomas, à necessidade de iniciar um tratamento adequado, que nem sempre precisa ser com correção cirúrgica. Há muitos tratamentos disponíveis, bem mais simples do que imaginamos. Salto alto e bico fino causam Joanete? Pessoas que têm Joanete, têm o hábito de usar sapatos fechados. A combinação salto alto e bico fino “predispõe o aparecimento” ou agravamento do Joanete. Quem faz caminhadas ou corridas com sapatos apertados também corre o risco de desenvolver um Joanete. A simples troca de um calçado pode aliviar sintomas que existem há anos. Escolha correta do sapato • Evite sapatos bicudos, apertados, muito estreitos e de salto alto. • Dê preferência para sapatos onde os pés fiquem bem acomodados e de saltos baixos Como saber se eu tenho joanete? Verifique abaixo se você se identifica com alguma das informações. Caso se enquadre em mais de uma delas, está na hora de procurar um atendimento especializado: • Joanetes são mais comuns no sexo feminino; • Joanetes podem acontecer nos dois pés ao mesmo tempo; • O pé não precisa estar deformado para que exista o Joanete. Dor e vermelhidão na região de dentro do pé já são suficientes para o seu diagnóstico; • Pessoas que apresentam artrite ou artrose, pés chatos ou planos, encurtamento da musculatura, podem ter um Joanete associado; • Se seu avô ou avó, pai ou mãe, irmão ou irmã possuem Joanete, é prudente investigar se você também tem; • A cirurgia para correção do Joanete sofreu muitas modificações, e, hoje em dia, o sofrimento e as complicações que existiam antigamente foram superados; • As incisões são pequenas; • Os pontos da cirurgia não ficam mais para fora da pele; • As cicatrizes são suaves e pouco incomodam; • Não se usa mais gesso; • O paciente anda no dia seguinte à cirurgia e geralmente retorna rapidamente às atividades; • A dor é uma queixa que tem desaparecido progressivamente dos pacientes operados; • Se escolhida uma técnica cirúrgica apropriada, a possibilidade de retorno do problema é muito pequena.
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